O MITO DA CAVERNA
Publicado por culturareligare em Julho 27, 2007
Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um alto muro. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um fino feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa. Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos encontram-se ali, de costas para a entrada, acorrentados sem poder mover a cabeça nem locomover-se, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior nem a luz do Sol, sem jamais ter efetivamente visto uns aos outros nem a si mesmos, mas apenas sombras dos outros e de si mesmos porque estão no escuro e imobilizados. Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna. Do lado de fora, pessoas passam conversando e carregando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres e animais cujas sombras também são projetadas na parede da caverna, como num teatro de fantoches. Os prisioneiros julgam que as sombras de coisas e pessoas, os sons de suas falas e as imagens que transportam nos ombros são as próprias coisas externas, e que os artefatos projetados são seres vivos que se movem e falam.Os prisioneiros se comunicam, dando nome às coisas que julgam ver (sem vê-Ias realmente, pois estão na obscuridade) e imaginam que o que escutam, e que não sabem que são sons vindos de fora, são as vozes das próprias sombras e não dos homens cujas imagens estão projetadas na parede; também imaginam que os sons produzidos pelos artefatos que esses homens carregam nos ombros são vozes de seres reais.Qual é, pois. a situação dessas pessoas aprisionadas? Tomam sombras por realidade, tanto as sombras das coisas e dos homens exteriores como as sombras dos artefatos fabricados por eles. Essa confusão, porém, não tem como causa a natureza dos prisioneiros e sim as condições adversas em que se encontram. Que aconteceria se fossem libertados dessa condição de miséria?Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandoná-Ia. Fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. De início, move a cabeça, depois o corpo todo; a seguir, avança na direção do muro e o escala. Enfrentando os obstáculos de um caminho íngreme e difícil, sai da caverna. No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do Sol, com a qual seus olhos não estão acostumados. Enche-se de dor por causa dos movimentos que seu corpo realiza pela primeira vez e pelo ofuscamento de seus olhos sob a luz externa, muito mais forte do que o fraco brilho do fogo que havia no interior da caverna. Sente-se dividido entre a incredulidade e o deslumbramento. Incredulidade porque será obrigado a decidir onde sé encontra a realidade: no que vê agora ou nas sombras em que sempre viveu. Deslumbramento (literalmente: ferido pela luz) porque seus olhos não conseguem ver com nitidez as coisas iluminadas. Seu primeiro impulso é o de retornar à caverna para livrar-se da dor e do espanto, atraído pela escuridão, que lhe parece mais acolhedora. Além disso, precisa aprender a ver e esse aprendizado é doloroso, fazendo-o desejar a caverna onde tudo lhe é familiar e conhecido.Sentindo-se sem disposição para regressar à caverna por causa da rudeza do caminho, o prisioneiro permanece no exterior. Aos poucos, habitua-se à luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de finalmente ver as próprias coisas, descobrindo que estivera prisioneiro a vida toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Doravante, desejará ficar longe da caverna para sempre e lutará com todas as suas forças para jamais regressar a ela. No entanto, não pode evitar lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e convencê-los a se libertarem também.Que lhe acontece nesse retorno? Os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam faze-lo espancando-o. Se mesmo assim ele teima em afirmar o que viu e os convida a sair da caverna, certamente acabam por matá-lo. Mas, quem sabe alguns podem ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidir sair da caverna rumo à realidade. O que é a caverna? O mundo de aparências em que vivemos. Que são as sombras projetadas no fundo? As coisas que percebemos. Que são os grilhões e as correntes? Nossos preconceitos e opiniões, nossa crença de que o que estamos percebendo é a realidade. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz do Sol? A luz da verdade. O quê é o mundo iluminado pelo sol da verdade? A realidade. Qual o instrumento que liberta o prisioneiro rebelde e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A Filosofia.
(Marilena Chaui – Convite a Filosofia
O mito da caverna é uma das famosas parábolas escritas por Platão. A idéia consiste em pessoas que vivem numa caverna e acreditam que o mundo real é aquilo que aparece na parede: sombras formadas pela luz que entra pela única fresta existente. As pessoas lutam contra qualquer um que diga o contrário.
Abaixo uma história em quadrinhos do Piteco , personagem de Maurício de Souza, que capta perfeitamente a essência do que Platão queria dizer.
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culturareligare disse
E agora, deixa-me mostrar, por meio de uma comparação, até que ponto nossa natureza humana vive banhada em luz ou mergulhada em sombras. Vê! Seres humanos vivendo em um abrigo subterrâneo, uma caverna, cuja boca se abre para a luz, que a atinge em toda a extensão. Aí sempre viveram , desde crianças, tendo as pernas e o pescoço acorrentados, de modo que não podem mover-se, e apenas vêem o que está à sua frente, uma vez que as correntes os impedem de virar a cabeça. Acima e por trás deles, um fogo arde a certa distância e, entre o fogo e os prisioneiros, a uma altura mais elevada, passa um caminho. Se olhares bem verás uma parede baixa que se ergue ao longo desse caminho, como se fosse um anteparo que os animadores de marionetes usam para esconder-se enquanto exibem os bonecos.
[…] Pois esses seres são como nós. Vêem apenas suas próprias sombras, ou as sombras uns dos outros, que o fogo projeta na parede que lhes fica à frente.”
Platão, República, Livro 7
Platão (c.428-348 a.C.) não achava que este era o melhor dos mundos. É uma espécie de prisão, escreveu ele, onde estamos trancafiados em escuridão e sombras. Mas além dessa prisão reside um brilhante e esperançoso mundo de verdades que ele chamou de idéias ou ideais, e é por isso que chamamos essa doutrina de idealismo.
Sócrates compara nosso mundo cotidiano a um “abrigo subterrâneo”, uma caverna onde somos mantidos acorrentados. À nossa frente ergue-se uma parede e atrás de nós, uma fogueira. Incapazes de virar a cabeça, vemos somente as sombras projetadas na parede pelo fogo. Nada conhecendo além disso, naturalmente tomamos essas sombras por “realidade”. Os seres humanos, nossos companheiros, assim como todos os objetos da caverna, para nós não passam de sombras; não têm, para nós, outra realidade além dessa.
Mas se pudéssemos nos libertar das correntes, se pudéssemos ao menos nos virar para a entrada da caverna, poderíamos constatar o nosso erro. A princípio, a luz direta nos seria dolorosa e perturbadora. Porém, logo nos adaptaríamos e começaríamos a perceber as pessoas e objetos reais, que só conhecíamos em forma de sombras. Mesmo assim, devido ao hábito, nos agarraríamos às sombras, ainda acreditando que elas fossem reais, e suas fontes, apenas ilusões. Mas se fossemos tirados da caverna para a luz, cedo ou tarde chegaríamos à visão correta das coisas e lamentaríamos nossa antiga ignorância.
Nossas mentes estão escravizadas a imitações que nós, desta maneira, confundimos com a realidade. Somos prisioneiros em uma caverna filosófica.
“no mundo do conhecimento, a idéia do bem aparece por último e é percebida apenas com esforço; mas, quando percebida, torna-se claro que ela é a causa universal de tudo que é bom e belo, o criador da luz e o senhor do sol neste mundo visível.”
É uma alegoria para o mundo ilusório das aparências em que estamos aprisionados.
Se Vs. quiserem conhecer uma excelente versão literária atual do MITO DA CAVERNAleiam o belíssimo romance de José Saramago, onde o “shopping center” é apresentado como sendo a caverna dos dias de hoje.
É, ao meu ver um exemplo de paradigma, mas eu gosto mais de um outro exemplo que é o seguinte:
Certa vez cientistas colocaram em uma jaula quatro macacos. Nesta jaula havia bem no meio um poste, e no alto do poste os cientistas colocaram um cacho de bananas.
Um macaco, ao ver as bananas, subiu no poste, e, quando estava quase chegando nas bananas, foi derrubado por um potente jato de água gelada, que molhou os demais macacos. E assim foi com o segundo, terceiro e quarto macacos, subindo e caindo, e a água gelada molhando todos eles. Foi então retirado o primeiro macaco e colocado um novo macaco no lugar dele. Este novo macaco ao ver as bananas, subiu no poste, e teve o memso destino que os outros, e os outros foram molhados também. E os demais macacos originais foram sendo trocados por macacos novos e a história foi se repetindo até que não houvesse mais nenhum macaco original na jaula. Foi colocado então um quinto macaco, que ao tentar subir, foi agredido pelos macacos que já estavam na jaula. O resultado? Os macacos sabiam que não podiam subir no poste, mas não sabiam porque. Estava criado um paradigma.
O que éo a caverna? O mundo em que vivemos. Que são as sombras das estatuetas? As coisas materiais e sensoriais que percebemos. Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? O filósofo. O que é a luz exterior do sol? A luz da verdade. O que é o mundo exterior? O mundo das idéias verdadeiras ou da verdadeira realidade. Qual o instrumento que liberta o filósofo e com o qual ele deseja libertar os outros prisioneiros? A dialética. O que é a visão do mundo real iluminado? A Filosofia. Por que os prisioneiros zombam, espancam e matam o filósofo (Platão está se referindo à condenação de Sócrates à morte pela assembléia ateniense)? Porque imaginam que o mundo sensível é o mundo real e o único verdadeiro.
A réstia de luz que projeta as sombras na parede é um reflexo da luz verdadeira (as idéias) sobre o mundo sensível. Somos os prisioneiros. As sombras são as coisas sensíveis que tomamos pelas verdadeiras. Os grilhões são nossos preconceitos, nossa confiança em nossos sentidos e opiniões.
O instrumento que quebra os grilhões e faz a escalada do muro é a dialética. O prisioneiro curioso que escapa é o filósofo. A luz que ele vê é a luz plena do Ser, isto é, o Bem, que ilumina o mundo inteligível como o Sol ilumina o mundo sensível.
O retorno à caverna é o diálogo filosófico. Os anos despendidos na criação do instrumento para sair da caverna são o esforço da alma, descrito na Carta Sétima, para produzir a “faísca” do conhecimento verdadeiro pela “fricção” dos modos de conhecimento.
Conhecer é um ato de libertação e de iluminação.O MITO DA CAVERNA apresenta a dialética como movimento ascendente de libertação do nosso olhar que nos libera da cegueira para vermos a luz das idéias.
Mas descreve também o retorno do prisioneiro para ensinar aos que permaneceram na caverna como sair dela. Há, assim, dois movimentos: o de ascensão (a dialética ascendente), que vai da imagem à crença ou opinião, desta para a matemática e desta para a intuição intelectual e à ciência; e o de descensão (a dialética descendente), que consiste em praticar com outros o trabalho para subir até a essência e a idéia.
Aquele que contemplou as idéias no mundo inteligível desce aos que ainda não as contemplaram para ensinar-lhes o caminho. Por isso, desde Mênon, Platão dissera que não é possível ensinar o que são as coisas, mas apenas ensinar a procurá-las.
Para aqueles homens, a realidade não passava de um grupo de sombras. Mas se um deles se libertasse e saísse da caverna, se defrontaria com a ofuscante luz do sol, até conhecer um mundo infinitamente lúcido e rico. Haveria, então, dois mundos. O “visível” – dentro do qual a maior parte da humanidade está presa, condenada ao império dos sentidos. E o “inteligível”, pertencente aos que superam a ignorância do nascimento e encontram a luz, no reino da inteligência, dominado pela razão.
Na caverna da modernidade os “zumbisapiens” sobrevivem. Seres cria-dores das multidões de prédios, carros, bombas e, principalmente, dos sarcófagos metropolitanos nos quais se entorpecem da droga, que mais os aniquila: a clareza e racionalizada civilização.
Presos aos grilhões de nossos preconceitos progressistas, atuamos como dominadores da natureza e não como parte dela. Somos os prisioneiros de uma gruta donde não repomos o que colhemos. Por meio da transparência da informação estamos cada vez mais cegos na opacidade do sistema.
Vivemos em um mundo distraídos das coisas mais importantes. Vivemos com as máscaras moldadas em rostos escravizados pela ditadura estética do consumo, desfocados nas sombras do redemoinho das cidades.
Thaise disse
para falar a verdade, eu nem conhecia esse mito; a prof passou um trabalho, então fui pesquisar, o primeiro site q eu acessei foi o seu, e nossa, olha q definição perfeita encontrei aqui! vc me ajudou bastante, sozinha não conseguiria entender esse mito tão bem. Obrigada!
Athosbr99 disse
Cara,obrigado por esse post
Salvou minha tarefa. XD
Talita disse
Belíssimas palavras…
Fiquei impressionada…E ajudarm a despertar meu senso crítico…Obrigada!
Eduardo disse
Olá, estou fazendo uma pesquisa sobre este tema e também uma prova me ajudou bastante….Obrigado….
saskya disse
ki boom mas vc estudou bastante então
né beijoo
Rityh disse
amei este mito e uma grande realidade de nosso munda de hoje …
Inez disse
Quantas sombras e quantas cavernas não carregam no dia a dia diante da incapacidade de ver com olhos que realmente querem enxergar aquilo que se apresenta como verdade, mas não necessariamente é?
Inez disse
carregamos….corrigindo.
valmir peres machado disse
sou estudante de pedagogia e achei inteligentissima a colocacao pude compriender melhor o mito da caverna achei poetica e brilhante parabens
Nayra disse
Estamos em um mundo onde as sombras nos remete a não perceber a verdadeira verdade e nos libertar.
O mito da caverna é impressionantemente interessante,me ajudou bastante,a aguçar minha capacidade crítica de percepção do mundo e nos trabalhos literários no curso.
pedro disse
Obrigado o conteudo de vocês é muito bom!!!
Claudio Chaves disse
Sou professor (ou “sofressor, não sei) da escola pública. Há quase 2 meses estou ministrando História a um pessoal das 7ª e 8ª séries que até a cor da caneta que devem usar é o professor que define, não admitem, em hipótese alguma, que as cadeiras seja retiradas do lugar e só vão ao banheiro com permissão do professor. Já esgotei todos os argumentos na tentativa de convencê-los de que o objetivo da escola deve ser “libertar” e não “controlar”. Tudo parece inútil. Lembrei desse mito. Espero que possa ajudar-nos, principalmente com esses comentários.
Obrigado!
Claudio Chaves disse
Sou professor (ou “sofressor”, não sei) da escola pública. Há quase 2 meses estou ministrando História a um pessoal das 7ª e 8ª séries que até a cor da caneta que devem usar é o professor que define, não admitem, em hipótese alguma, que as cadeiras seja retiradas do lugar e só vão ao banheiro com permissão do professor. Já esgotei todos os argumentos na tentativa de convencê-los de que o objetivo da escola deve ser “libertar” e não “controlar”. Tudo parece inútil. Lembrei desse mito. Espero que possa ajudar-nos, principalmente com esses comentários.
Obrigado!
Vanessa disse
mto obrigada!!! vc ajudou muito no meu trabalho de filosofia da facul!!
Pablo Bernardes disse
Creio e estou inteiramente convencido que essa foi a melhor explicação que eu já presenciei sobre ”O mito da caverna”, fabuloso!
Luciana disse
Um dia uma Mestra me falou: o que você sabe não te pertence, só é seu quando você utiliza naturalmente. Obrigada pela ajuda, você está recebendo iluminação divina e contagiando pessoas, dando o combustível do conhecimento, se desenvolverão sozinhas em um futuro próximo com confiança e segurança de maneira tão natural que o Mito das Notas Acadêmicas não mais nos aprisionarão. Feliz ano novo.
AdrianaNunes disse
estou no ensino medio, tinha que fazer uma resenha critica sobre esse texto.
obrigado ;vc me tirou de um sufoco, tenho que entregar isso o quanto antes.
Karla disse
Boa tarde, meu professor me passou umas perguntas sobre “O Mito da Caverna”, ele pergunta o que são as sobras das estatuetas?quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna?o que é a luz exterior do sol?o que é o mundo exterior? Enfim será que voce poderia me ajudar??? obrigada .
josefa dos santos disse
parabêns!
josefa dos santos disse
estou no terceiro periodo da fcd,minha professora pediu um trabalho sobre o mito da caverna.ela mandou analizar segundo os modelos de educação e da comunidade educacional e interpretar o mito da caverna.ser,a q vc pd mim ajudar?
caio disse
Primeiro, sei que já foi respondida sua inquietação, sei que meu comentario é um tanto anacronico, mas ó! o mito da caverna assim como todo mito é uma narrativa que conta a origem de alguma coisa e assim como toda narrativa mitologica é plastica , podendo assim ser modificada , mexida como macinha de modelar ou argila.
O interessante é pensar em que contexto estão as perguntas? quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna? o de atenas do sec V antes de cristo , a polis ideal do platão ou o mundo judaico cristão capitalista democratico globalizado que vc vive?
Neide moura disse
Este site me ajudou muito nos trabalhos que estou fazendo na faculdade.
Obrigado!
ROMULO VENÂNCIO disse
PARABÉNS PELO TEXTO TÃO BEM ESCRITO E TAMBÉM DIDÁTICO. A “GRANDIOSA” INTERNET PRECISA DE PESSOAS QUE TENHA A VISÃO DINÂMICA E INTERESSADA EM PASSAR ALGO ÚTIL À HUMANIDADE.
jessica disse
quero saber sobre o mito: a questao do conhocimento
Luiz disse
Os sites de relacionamento virtual são as cavernas. Nunca estivemos tão perto do Mito da Caverna de Platão como hoje.
ELDNA QUIRINO disse
APÓS AS AULAS DE FILOSOFIA, ASSISTIR O FILME MATRZ E FAZER AS RELAÇÃOES DO MUNDO EM QUE VIVEMOS ME DEIXEI LEVAR POR PENSAMENTOS TÃO AMPLOS Q SEI Q NÃO SOU MAIS A MESMA. E DEPOIS DE TUDO LI SEUS COMENTÁRIOS SOBRE O MITO DA CAVERNA ESTOU TÃO CONFUSA Q ACHO Q NÃO SEI MAIS NADA E TENHO MEDO DE TER VIVIDO UMA ILUSÃO Q ME DÁ UMA IMENSA VONTADE DE SABER MAIS E PROCURAR RESPOSTAS PARA PERGUNTAS Q ANTES NÃO PASSAVAM EM MINHA CABEÇA. O Q SINTO NÃO TEM EXPLICAÇÃO NEM EU MESMA SEI O Q PROCURO SÓ SEI Q ESTOU MAIS CRITICA E APRENDI A PENSAR E QUESTIONAR SEM ACEITAR TUDO COMO PRONTO E ACABADO. OBRIGADO POR DESCORTINAR ESTE MUNDO PARA MIM.
Felipe disse
Eu tenho uma pergunta
o que o filosofo faz ao sair da caverna?
quando o prisioneiro que se libertou voutou para a caverna, qual era sua intuição?
qual e a realidade verdadeira?
por quue o prisioneiro perdeu a visao momentariamente?
responde ai porfavor!!!!
Jaqueline disse
estou estudando filosofia na faculdade minha prof pediu para fazer uma analise segundo os modelos de educação e da comunidade educacional e do mito da caverna, vê se pode me ajudar. Obrigada Jaqueline.